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Dia 1 de Setembro, o Senhor Palomar muda-se de livros e bagagens para http://senhorpalomar.com/
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sexta-feira, 26 de junho de 2009

Veneza, Jan Morris (Tinta-da-China)

A não perder no Ípsilon de hoje a reportagem de Alexandra Prado Coelho dedicada a "Veneza", de Jan Morris (Tinta-da-China), que conta com testemunhos da autora. Tradução de Raquel Mouta (excelente, segundo avança o coordenador desta colecção de viagens, Carlos Vaz Marques).

Ler ainda a crítica de Eduardo Pitta, que atribui 5 estrelas à obra: «Morris adverte que não se trata de um livro de história, nem de um guia, nem sequer de uma reportagem. Ignore os avisos. O índice remissivo contém todas as referências importantes, e uma cronologia entre o ano 421 e 1960 não deixa nada de fora. O índice onomástico é precioso. Convém perceber que falamos de uma sociedade fechada: «Veneza nunca foi amada. Sempre esteve à parte, sempre foi invejada, sempre suspeita, sempre temida. [...] Era o leão que caminhava sozinho.» Ler na íntegra aqui.

O Senhor Palomar já tinha falado desta obra aqui.

segunda-feira, 22 de junho de 2009

A 1.ª República

É verdade que o Senhor Palomar prefere livros sobre a implantação da República aos sucedâneos da Maddie, do Ronaldo, da Princesa Diana (deve ser isto que se chama google marketing), mas, ainda assim, não pode deixar de notar que, a partir de agora, começará a avalanche de livros (comemorações, condecorações, debates, jantares) dedicados ao 10 de Outubro de 1910. A Tinta-da-China toma a dianteira e apresenta o primeiro (de muitos):

quarta-feira, 17 de junho de 2009

Veneza, de Jan Morris (Tinta-da-China)



Numa edição lindíssima, mais um capítulo da colecção coordenada por Carlos Vaz Marques, jornalista que apresenta a obra: «O livro que tem nas mãos, caro leitor, é já um clássico. Publicado originalmente há meio século, é muitas vezes referido como o livro sobre Veneza. Nele, Jan Morris entrelaça o H grande da História com um apuradíssimo sentido de observação para o h pequeno das histórias do quotidiano. É assim – para dar apenas um exemplo comezinho – que ficamos a saber porque há tantos gatos e porque deixou de haver cavalos em Veneza. »

Ler aqui, na íntegra, o texto de Carlos Vaz Marques.

Tradução de Raquel Mouta.