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Dia 1 de Setembro, o Senhor Palomar muda-se de livros e bagagens para http://senhorpalomar.com/
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quarta-feira, 5 de agosto de 2009

Pérez-Reverte na Porto Editora


É mais um autor Asa que começa a publicar na Porto Editora. Depois de Sepúlveda, Rosa Montero, Rosa Lobato Faria, Francisco José Viegas (anunciado), é Pérez-Reverte que marca presença no catálogo da Divisão Editorial Literária de Lisboa, chefiada por Manuel Alberto Valente (ex-Asa). Diga-se, contudo, que se trata de uma obra antiga do autor (1993), mas inédita em Portugal e que foi escrita inicialmente como folhetim do El País.

A obra, construída a partir de um acontecimento real, promete: «em 1812, durante a Campanha da Rússia, num combate adverso para as tropas napoleónicas, um batalhão de antigos prisioneiros espanhóis, alistados à força no exército francês, tenta desertar, passando-se para o [lado d]os russos. Interpretando erroneamente o movimento, o Imperador encara-o como um acto de heroísmo e envia em seu auxílio uma carga de cavalaria que terá consequências imprevisíveis» (retirado da nota de imprensa).

Tradução de Helena Pitta.

terça-feira, 14 de julho de 2009

Boas notícias - o Origem das Espécies está de volta

Para continuar a seguir aqui. Quererá isto dizer que FJV já terminou o anunciado romance para a Porto Editora, «Mar em Casablanca»?

domingo, 28 de junho de 2009

Ignacio del Valle

Ignacio del Valle, que está publicado em Portugal pela Porto Editora, acaba de lançar, em Espanha, «Los demonios de Berlín» (Alfaguara). Reportagem ontem no El País.

domingo, 21 de junho de 2009

A longa viagem de José Saramago, com José Céu e Silva

A viagem que João Céu e Silva transformou, em todos os sentidos da palavra, "longa", e que tem como protagonista José Saramago, chegou ao Brasil através de uma parceria da Porto Editora com a Horizont e com a Loyola Distribuidora de Livros.

sexta-feira, 19 de junho de 2009

Quem matou o general Zia?

A Porto Editora convida todos a participar no concurso lançado no Facebook, através do envio de teorias conspirativas que expliquem como morreu o general Zia. A editora não revela qual o livro que está associado à acção, mas o Senhor Palomar, que acha o desafio de descobrir qual a obra associada muito mais interessante, arrisca que se trata de "A Case of Exploding Mangoes", de Mohammed Hanif, sobre o qual poderão ler aqui (New York Times). Ao lado, uma das capas originais da obra.

sexta-feira, 12 de junho de 2009

«Sou um escritor que encontra no lixo os assuntos que aos outros não interessam»

Convidado especial de Paraty (1 a 5 de Julho), António Lobo Antunes tem dado algumas entrevistas à imprensa brasileira. Desta feita, foi o Estadão que publicou uma entrevista do autor português, publicado em Portugal pelas Publicações Dom Quixote. Nesta entrevista, ALA diz mesmo que o seu próximo livro é uma das melhores obras que já escreveu. Ler entrevista na íntegra aqui. Aqui pode encontrar excertos audio da entrevista ao Estadão.

Ainda a propósito de entrevista a ALA, recorde-se que a Porto Editora anunciou para o último trimestre do ano a publicação de "Uma longa viagem com António Lobo Antunes", um volume que reunirá uma longa entrevista a  João Céu e Silva, à semelhança do que o jornalista do DN já fizera com José Saramago, Torga e Cunhal.

Imagem retirada daqui.

terça-feira, 9 de junho de 2009

Um livro nunca é apenas um livro. Neste caso são 333



Pedro Sena-Lino tem já uma obra poética com «mais de 7 volumes», conforme se lê na badana do livro. Director da Companhia do Eu, dirige uma série de cursos de escrita criativa, tendo dois livros do género publicados pela Porto Editora. 333 é o seu romance de estreia, o que não deixa de ser uma aparente contradição, já que o autor ensina e disserta sobre uma disciplina sobre a qual não tem matéria publicada.

Porém, esse preconceito é desmistificado logo nas primeiras páginas: Pedro Sena-Lino conduz com agilidade um romance com pouco mais de 150 páginas e com mais de uma centena de personagens metidas ao barulho. Algumas reais, outras nem tanto: na verdade, e na maior parte, nem tanto.

O ritmo da narrativa é vertiginoso, apenas comparado ao igualmente rápido processo de destruição e desaparecimento dos 333 exemplares da obra de Soror Flâmula levados a imprimir pelo mestre-impressor Darius Waerminger, por alturas de Mil e Quinhentos. Através da revelação de algumas das páginas dessa suposta obra, temos acesso a um texto de forte tensão erótica que abre caminho para algumas das escritoras que Pedro Sena-Lino estuda enquanto investigador para efeitos de doutoramento – autoras essas que, diga-se, ainda hoje escandalizariam muitas das plácidas almas do nosso século.

Difícil de classificar (oscilando entre o romance – histórico mas não muito – a micro-ficção e o relato simples quase jornalístico), o romance de Pedro Sena-Lino é sincero nos seus intentos e propõem-se a contar uma história. Várias histórias. 333, para ser mais preciso. Tantas quantas as interpretações que um livro tem a capacidade de dar a conhecer a um leitor.

Nos agradecimentos, o autor não deixa de referir uma série de amigos, leitores muitos deles, assim como a equipa da divisão literária do Porto da editora: Cláudia Gomes, Mónica Magalhães e Rui Couceiro. Subentende-se que terão sido parte importante na elaboração criativa do livro. A ser assim, estão todos de parabéns.

Pedro Sena-Lino [2009]. 333, Porto Editora, 2009. 184 páginas.

segunda-feira, 8 de junho de 2009

Ricardo Menéndez Salmón, por Isabel Coutinho

«Em “A Ofensa” - considerado por alguns media espanhóis como “o melhor romance publicado em Espanha em 2007″ -, Kurt Cruwell é um jovem alfaiate alemão destacado para a II Guerra Mundial. Antes de partir, o pai diz-lhe estas palavras: “Procura manter-te sempre na retaguarda. O heroísmo foi inventado para os que carecem de futuro.”»

A ler na íntegra o texto de Isabel Coutinho, intitulado "O mal é um tema inesgotável", publicado no suplemento Ípsilon de 29 de Maio, do Jornal Público e disponibilizado no obrigatório Ciberescritas da jornalista, aqui.


domingo, 7 de junho de 2009

Política, dizem eles, ou os livros da política


A quantidade de notícias dos últimos dias no jornal Público e jornal i (por exemplo) ajudam a perceber por que razão as editoras investem em livros-
manifestos-cartões de apresentação de candidatos às eleições. Aqui, aqui, aqui, aqui, aqui, aqui, aqui, aqui, aqui, aqui, aqui, aqui, aqui, aqui, aqui, aqui, aqui, aqui, aqui, aqui, aqui, aqui, aqui, aqui, aqui, aqui, aqui, aqui, aqui, aqui, aqui, aqui, aqui, aqui, aqui, aqui, aqui, aqui, aqui, aqui, aqui, aqui, aqui, aqui, aqui, aqui, aqui, aqui, aqui, aqui, aqui, aqui, aqui, aqui, aqui, aqui, aqui, aqui, aqui, aqui, aqui, aqui e em muitos mais locais.

sábado, 6 de junho de 2009

Junot Diaz

A Divisão Editorial Literária do Porto, da Porto Editora, publicou recentemente "A breve e assombrosa vida de Oscar Wao", segunda obra do dominicano Junot Diaz e vencedora do Prémio Pulitzer 2008 para a ficção.

Ler entrevistas do autor aqui, aqui, aqui e aqui. Ler ainda, aqui, o artigo do jornal The Guardian sobre o autor.