AVISO

Dia 1 de Setembro, o Senhor Palomar muda-se de livros e bagagens para http://senhorpalomar.com/
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sexta-feira, 31 de julho de 2009

Agradecimentos vários (em permanente actualização)

O Senhor Palomar pretende agradecer encarecidamente a todos aqueles que têm linkado para este blog, bem como incluí-lo na barra de ligações. Primeiro, o Senhor Palomar começou por agradecer de forma independente, mas depois, com as distracções do costume, perdeu o rumo ao barco. Mas porque o Senhor Palomar pode ser distraído (ou desorganizado) mas nunca ingrato, aqui ficam aqueles que encontraram espaço para referenciar este blog (e que este conseguiu "apanhar"). A todos os injustamente esquecidos, por ignorância ou incapacidade, as desculpas do Senhor Palomar:
- A casa improvável;
- A meia noite do dia, de Manuel A. Domingos;

quinta-feira, 30 de julho de 2009

segunda-feira, 27 de julho de 2009

«O Senhor Palomar (nome fictício) é a sensação da blogosfera nacional do último par de dias (Simplex e Jamais à parte)»

As palavras são de José António Abreu. Ler na íntegra aqui.

O Senhor Palomar deseja deixar claro que fica satisfeito por ser considerado a sensação da blogosfera dos últimos dias, seja por inclusão ou exclusão dos dois blogues que se perfilaram para discutir o que comummente se designa de esquerda e de direita. Na verdade, estas plataformas apenas discutem o maior partido português, o centrão, mas para mais fácil compreensão, aceitem-se os ditos conceitos. Com esta afirmação, o Senhor Palomar não pretende passar a ideia de que é apolítico e vê até com bons olhos a chegada destes espaços. Contudo, o Senhor Palomar recusa-se a embarcar no diálogo esquerda / direita e sempre que alguém o acusa de não tomar posição por uma das correntes, recorda-se do episódio em que Vergílio Ferreira foi acusado de ser apolítico:

«Hoje uma moça do liceu trouxe-me Rápida, a Sombra para autografar. Disse-me:
— Gosto muito dos seus livros. Mas colegas meus, que diziam que o Vergílio Ferreira era um grande escritor, hoje dizem que não presta.
— Ah, sim?
— Dizem que o Sr. Doutor é apolítico.
— Não sou apolítico. O que não sou é comunista.
— Ou isso.»

In Conta-Corrente 1 (1969-1976), Bertrand, 3.ª edição. Entrada do dia 21.06.1979

sexta-feira, 24 de julho de 2009

Fã do Senhor Palomar?

É isso que Tiago Moreira Ramalho, d'"O Afilhado" e do "Corta-fitas" invoca: «fiquei fã por dois motivos: porque o blogue é extraordinário e porque a lata é notável. Cada título ou post é um gentil pedido, ou um descarado cravanço de qualquer coisa. Gosto ainda mais do Senhor Polomar porque a mim não me pode cravar grande coisa. É sim como que uma relação de dar sem receber. Ou, falando deste lado, de receber sem dar nada em troca.»

Com tanto mimo e atenção, o Senhor Palomar até fica a pensar que vale a pena continuar por aqui. Volte sempre, Tiago. É um prazer. Um abraço.

Muito obrigado, Eduardo Coelho

Vindo esta recomendação do editor da Língua Geral, o Senhor Palomar fica emocionado.

Se este blogue tiver servido para dar a conhecer o Jardim Assombrado a uma só pessoa que seja, então já valeu a pena

Ler no Corta-Fitas.

E obrigado, Luís Naves. Mas se este blogue fosse uma sobremesa (uma delícia), não sei qual seria. Um abraço.

quinta-feira, 23 de julho de 2009

Há coisas que fazem o Senhor Palomar sorrir

Como este post de Carla Maia de Almeida: «O Senhor Palomar desfaz aqui uma possibilidade que também já me tinha passado pela cabeça. O Senhor Palomar, sendo um conservador e gentil-homem (se não por nascimento, por filiação e herança literária), nunca iria mentir sobre algo tão importante. A Senhora Palomar também não, embora por amor se façam coisas impensáveis. Como trocar o Rick Blaine pelo Victor Laszlo. Qual deles preferia ser o Senhor Palomar, isso também eu gostava de saber.»

Será o Senhor Palomar um cavalheiro gentil?

Quando muito, um barão trepador. E sim, mais do que a blogosfera fervilhar pela identidade do Senhor Palomar, tudo isto se deve a estarmos em pleno fogo da silly season.

Obrigado, Blusmile.

Ponto de ordem, ou desordem, com esclarecimento de identidade e finalização com agradecimento

Estimada Isabel Coutinho,

Vêm os signatários pelo presente afirmar que:
1. não somos Francisco José Viegas, embora gostássemos de o ser;
2. sim, viemos para ficar. Pelo menos até ao final do ano, mais coisa menos coisa. Ou não;
3. agradecemos, humildes, as boas-vindas.

Seus,
Palomar e Palomar.

quarta-feira, 22 de julho de 2009

Obrigado pela compreensão, Maria João Nogueira

«Ontem, só ontem, recebi 4 contactos (por diferentes meios, curiosamente) de pessoas a perguntarem-me, olha lá ó Jonas, quem é este Senhor Palomar? [...] E eu não percebo esta ânsia de se querer saber os nomes por trás dos nicks. É para quê? Para poderem dizer que sempre tinham suspeitado de que tinha de ser fulano ou sicrano? Para saber, depois de arquivarem e catalogarem a pessoa, se podem gostar ou se devem odiar?»

As palavras são de Maria João Nogueira, responsável da área de blogs do Sapo, que enviou um muito simpático e-mail a convidar o Senhor Palomar para integrar a plataforma de blogs que gere. O Senhor Palomar é um animal de vícios e tudo o que implique mudar, recebe, na sua grande maioria, uma grave resistência. Contudo, o e-mail foi de tal modo simpático, a disponibilidade e generosidade de tal modo absoluta, que o Senhor Palomar quase tem vergonha de dizer não. Mais a mais, o Senhor Palomar acaba de descobrir este post de Maria João Nogueira, do qual reproduziu um pequeno excerto acima, e sente-se cada vez pior em ser um quase calhau tecnológico, por não se conseguir relacionar com a plataforma do Sapo.

O Senhor Palomar vai reflectir, tentar perceber como funciona melhor a coisa pelos lados do Sapo e em breve tomará uma decisão. Até lá, fica o agradecimento público, e muito sentido, pelas palavras de Maria João Nogueira.

terça-feira, 7 de julho de 2009

Muito obrigado, Hugo Torres

Hugo, a vossos pés (seus e de Hélder Beja) se prostra o Senhor Palomar por tão simpáticas palavras, pois não será ele decerto digno do título de "príncipe da blogosfera". Mais a mais, visita inevitável para ele é passear pelas praias no Inverno ou pelos vendedores de castanhas no Outono. Na Primavera e no Verão, o Senhor Palomar não sai muito: Lisboa estende-se em todos os sentidos para todos os locais com meio centímetro de água. É que para confusão já basta quando tem de ir ao hipermercado e as pessoas se amontam na secção de livros como na lota à procura do peixe mais fresco.

PS: Grande Raúl Brandão.

segunda-feira, 6 de julho de 2009

Carta aberta de resposta a Sara Belo Luís


Perdoe-me que a trate de igual modo, e quase intimamente, por querida, mas, seja porque a leio já há tanto tempo, ou porque não perca uma oportunidade para retribuir carinhos a pessoas de quem gosto (num gesto abusivo nem sempre apreciado), não posso deixar de aproveitar a vaga e de passar, de ora em diante, a tratá-la dessa forma.

Na sua amável carta, qual Frei Luís de Sousa, impede-me de responder aquilo que desejaria. Ninguém. E apenas e só por isso, num gesto que não pretendo repetir, dir-lhe-ei algo mais. Digo-lhe que o Senhor Palomar não viveu sempre rodeado de livros. Tempos houve em que havia mais jornais pela casa que livros. Revistas como a VISÃO, à qual a minha querida Sara se juntou em boa hora. Numa frase, a leitura começou pelos periódicos, a verdade é essa. De notícia em notícia, o Senhor Palomar habituou-se ao convívio da palavra escrita. Só na adolescência despertou para os livros e folheou finalmente as obras que plastificavam as estantes da casa (sim, éramos clientes do Círculo de Leitores).

O Senhor Palomar não é escritor. Tão pouco se definirá como jornalista, apesar de produzir aquilo a que hoje se chama “conteúdos”. O Senhor Palomar é um leitor. O Senhor Palomar, por tanto gostar de livros, tentou que a sua actividade profissional andasse à volta das letras. Para que, como Confúcio aconselhou, não tivesse de trabalhar mais um só dia até ao resto da vida.

O Senhor Palomar gosta do céu, é verdade. E do mar. Mas antes que passe por snob por citar mais um autor na mesma missiva (Deus ao mar o perigo e o abismo deu/ Mas nele é que espelhou o céu), dirá apenas que se vai retirar uma vez mais e não avançar qualquer outra informação.

Esperando que esta missiva não a moleste ou a agrave, sugerindo uma qualquer covardia que não perfilo,

Seu,

Palomar

PS: Vil, no mínimo, que comparem as minhas palavras à sua prosa. Imperdoável.

terça-feira, 23 de junho de 2009

O Senhor Palomar está envergonhado

O Senhor Palomar fica grato, mas apenas está cá para ajudar. Ainda assim, não pode deixar de ficar sensibilizado, pois indispensável é uma palavra muito forte. Um abraço, caro Tiago. Um abraço. E obrigado.

domingo, 21 de junho de 2009